E além disso, as coisas começam a se normalizar. Normalizar. Em que sentido? Num sentido que rola uma continuidade da vida. Porque, sei lá, quando a vida pára, ela é outra coisa. Uma coisa fora do comum. E eu nao sei a importância disso. A importância do que se parece normal é o que? Nao sei se gosto quando se torna comum. Ou, pelo menos, tento acreditar. Seguir a estética de dadá para me sentir mais in. Nao sei se deve ser importante pensar dessa forma. Mas é importante pensar algo. Será? Será que eu preciso estar sempre pensando? Nao posso apenas fazer? Mas eu já fiz de mais sem pensar. Nem sempre deu certo. Aliás, muitas vezes tive reaçoes detestáveis e nada dignas.
Rolam muitas dúvidas. E de que adianta botar pra fora? Acho que preciso transformar dúvidas em produtos úteis, só para afirmar minha existência. Nao sei ser invisível. (invisível é muito forte) Nao sei nao ser notado. Ou passado despercebido. E eu recebi muitas coisas de fora. Fui colocado em vários momentos de ato e pensância. Agora, preciso raciocinar. Já engoli, estou digerindo.... E parece que agora estou defecando o que restou. Nunca defecamos tudo. Uma parte fica em nós e torna-se energia... Que é gasta apenas vivendo. Vivendo e gastando energia. Vivendo e aprendendo a gastar energia. Se nao aprende, ela nao sai da melhor forma e a dificuldade de se alimentar de uma energia consideravelmente buena torna-se pouco mais difícil. É uma coisa a se administrar sempre. Em todos os lugares. Você vive no jeito que deseja viver. Meu metabolismo é veloz. Preciso estar sempre me alimentando bem, pois defeco em demasia. Defeco para todos os ângulos e é quase descontrolável.
As vezes falo em verboragia. Vômito de verbos. Costumo vomitar. Mas o vômito é uma coisa que sai sem ser digerida. Daí, nao adiantou nada digerí-la. Porque foi muita coisa engolida de uma vez, e parte dela precisa sair antes. O que sai do nosso corpo pode ser aquilo que nao precisamos para o corpo. Pode ser. Mas a natureza precisa da nossa bosta para continuar crescendo. Ela precisa viver. Nós precisamos viver! Nós somos a natureza! Eu sou, eu sou, eu sou.
É no ciclo energético que nosso espírito continua habitando nosso corpo e transitando porraí. Me visite.
domingo, 6 de junho de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Poeminha: "Tô Sentado na Privada" (atual)
Quero sentir o sol no luar
Quero viver o além de amanhã
Gostaria de derreter no chuá
Quereria comer avelã
Quererei geléias marte
Cheguei a gostar do seu shampoo
Quero rimas com arte
Rimas belas-azuis
O grito deles parecia grito de terror
Alguém me chama na outra aba
Onde tá o frio, tá meu amor
Gosto das músicas do ABBA
Vamos dormir ao som dor ar-condicionado
Acho que tá tocando música triste de não-esperança
Acabou o que chamam de tensões friccionadas
Existe essa palavra em, ou haverá vingança
Quero viver o além de amanhã
Gostaria de derreter no chuá
Quereria comer avelã
Quererei geléias marte
Cheguei a gostar do seu shampoo
Quero rimas com arte
Rimas belas-azuis
O grito deles parecia grito de terror
Alguém me chama na outra aba
Onde tá o frio, tá meu amor
Gosto das músicas do ABBA
Vamos dormir ao som dor ar-condicionado
Acho que tá tocando música triste de não-esperança
Acabou o que chamam de tensões friccionadas
Existe essa palavra em, ou haverá vingança
Marquei um X no seu coração
Estudos sobre sabe-se-lá-o-quê, revelam a quantidade de cloro que existe dentro de nossos retos. Meu avô de nova-criação me disse que, lavagem intestinal com água mineral é que é o correto.
A vida pode ser tão complicada... Ou, deve. Não sei nem o que quero dizer com isso, já que ela realmente é. Daí vem um questionamento: Será que existe vida inteiramente safa de qualquer complicação(interrogação). Deixa pra lá. Isso não é pro meu bico. Talvez, para o bico de quem (ex)clama por uma vida acomplexada.
Acho que nunca viverei em paz. A paz de espírito não deve ser para mim. Mas ainda tenho tanto o que experimentar, guardar ou jogar fora, que não sei se esta questão cabe a mim resolver. Nunca. Quando chegamos a entender(interrogação). Quando chegamos a nos dar conta de que estamos vivendo(interrogação). Eu não sei. E talvez, nunca o saberei.
O X da questão é: sei lá
A vida pode ser tão complicada... Ou, deve. Não sei nem o que quero dizer com isso, já que ela realmente é. Daí vem um questionamento: Será que existe vida inteiramente safa de qualquer complicação(interrogação). Deixa pra lá. Isso não é pro meu bico. Talvez, para o bico de quem (ex)clama por uma vida acomplexada.
Acho que nunca viverei em paz. A paz de espírito não deve ser para mim. Mas ainda tenho tanto o que experimentar, guardar ou jogar fora, que não sei se esta questão cabe a mim resolver. Nunca. Quando chegamos a entender(interrogação). Quando chegamos a nos dar conta de que estamos vivendo(interrogação). Eu não sei. E talvez, nunca o saberei.
O X da questão é: sei lá
domingo, 4 de abril de 2010
Carafal
Carafal, carafal, carafal, fal fal fal fal
Bleitum, bleitum, bleitum
Blei ônglei biribi tchônglei,
Biribi tchônglei
Onglei, onglei, onglei
Biribi tchônglei, catimonical
Carafal, fal, fal
Miiiiiiiis... Daru, daru, daru
Tiruliru
Cli cló clu
Tororó fluis, fluis
Rei zoom, zarabá, roti
Cuerebu, checuê
Ó, cuê-cuê, ó, cuê-cuê...
Órlin oiley piguilim
Piquilim plim-plim
Piguilim
Piguilim plim-plim
PLIM!
domingo, 7 de março de 2010
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